Direito de Família
Seja para reconhecer um vínculo biológico que o pai nega, seja para formalizar um vínculo de afeto construído ao longo dos anos, existe um caminho legal para isso. E os dois — biológico e socioafetivo — podem até coexistir.
Sinais de que você pode precisar de ajuda
A paternidade — biológica ou de afeto — garante ao filho direitos que vão muito além do nome no registro: convívio, pensão e herança, entre outros.
Seu filho não tem o nome do pai biológico no registro de nascimento.
O suposto pai nega a paternidade ou se recusa a fazer o exame de DNA.
Você criou uma criança como filho(a) próprio(a) por anos, com afeto e responsabilidade, mas isso nunca foi formalizado.
Quer garantir para seu filho direitos como pensão, herança e convívio com o pai.
Descobriu que a pessoa registrada como pai não é o pai biológico e quer entender as opções.
Precisa reconhecer a paternidade para dar entrada em outros direitos (pensão, herança, benefícios).
Caminhos possíveis
A lei brasileira reconhece mais de um caminho para formalizar uma paternidade. Veja qual se aproxima mais da sua situação.
Feito diretamente em cartório, por escritura pública ou testamento, sem necessidade de ação judicial — o caminho mais simples, quando há acordo entre as partes.
Falar sobre esse casoAção judicial com exame de DNA. Se o suposto pai se recusar a fazer o exame, a lei já entende que isso pode presumir a paternidade a favor de quem pede.
Falar sobre esse casoReconhecimento de quem criou a criança com afeto, cuidado e responsabilidade, mesmo sem laço biológico. Quando não há disputa, pode ser feito até em cartório.
Falar sobre esse casoDesde 2016, a Justiça permite reconhecer, ao mesmo tempo, o pai biológico e o pai socioafetivo — com todos os direitos e deveres para os dois, sem que um exclua o outro.
Falar sobre esse casoPara quem foi registrado como pai mas não é o pai biológico e nunca construiu um vínculo de afeto com a criança. Situação mais delicada, já que a Justiça protege vínculos afetivos já formados.
Falar sobre esse casoComo funciona
Explique pelo WhatsApp se o vínculo é biológico, de afeto, ou os dois — e o que já foi tentado até aqui.
Análise técnica da situação: reconhecimento voluntário, exame de DNA ou prova do vínculo afetivo — sem promessas antecipadas.
Via cartório (quando possível, mais rápida) ou ação judicial, com plano de ação claro.
Atualizações claras até a paternidade estar formalmente reconhecida no registro.
Toda avaliação inicial é técnica e realista — sem promessas de resultado, em conformidade com as normas da OAB.
O que nossos clientes dizem
Sem frases recortadas — os prints originais, como qualquer pessoa pode conferir no perfil do escritório.
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